Starbucks avança para o futuro com o abandono dos lacticínios.

“Os leites alternativos são uma grande parte da solução”, disse Johnson à Bloomberg.”A curva de exigência do consumidor já está a mudar.”

Desde 2016 que a conhecida empresa Starbucks disponibiliza leites de plantas, mas em 2020 a empresa vai mais longe. O CEO Kevin Johnson reconhece o impacto negativo que a indústria leiteira tem no ambiente e coloca assim a cadeia de cafés na mudança, anunciando que estão a abandonar todos os latícinios na tentativa da diminuição da sua pegada de carbono.

A Quantis, consultora de sustentabilidade concluiu com uma auditoria à Starbucks em colaboração com o World Wildlife Fund (WWF) que os laticínios usados na cadeia Starbucks estão a contribuir com 15,6 milhões de toneladas métricas de gases de efeito estufa na atmosfera nas suas 31.000 lojas, apenas em 2018.

“Sabemos que esta caminhada vai ser desafiadora, sabemos que não podemos fazer isto sozinhos, e sabemos que isso vai exigir que outros se juntem a nós”, disse Johnson.

A empresa lançou além desta outras medidas ambientais como desenvolver lojas muito mais ecológicas ou utilizar apenas embalagens reutilizáveis em vez de descartáveis.

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